sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

De dentes cerrados

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sábado, 3 de janeiro de 2009

Luis Filipe Vieira confia em Vitor Pereira como confiou em Luis Guilherme

"Nunca vi um árbitro dar tantas entrevistas para justificar uma decisão, quase diria que se tentou convencer a ele próprio de que tinha razão.Para mim, tudo aquilo que se passou no jogo e depois dele foi uma surpresa desagradável em face da opinião que tinha de Pedro Henriques. No entanto, espero que aquilo que sucedeu no jogo com o Nacional tenha sido um acidente de percurso. Quero manter a minha confiança na Comissão de Arbitragem presidida por Vítor Pereira."
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Octávio e Joaquim Oliveira

"Conheci o Joaquim Oliveira no FC Porto, apenas como irmão do jogador António Oliveira. Nessa altura, era um adepto como outro qualquer, sem influência nenhuma, não contava nem para o totobola. (...) Aos poucos, começou a crescer, primeiro no Sporting, quando o poder do futebol estava em Lisboa, depois no FC Porto, quando esse mesmo poder se transferiu para o Norte do País. (...) Começou a ser presença assídua nas viagens do FC Porto, estratégia natural para quem pretendia alargar a sua malha de influências. Com o Artur Jorge como treinador, tornou-se habitual a presença tanto do Joaquim como do António Oliveira junto da comitiva do Porto, principalmente nos jogos internacionais. Os laços entre o presidente e o empresário estreitaram-se numa altura em que o clube estava a viver uma crise financeira. O Joaquim Oliveira ofereceu-se então para resolver os problemas de gestão do FC Porto. De empresário de jogadores passou a negociar contratos de publicidade e das transmissões televisivas. (...) O Joaquim Oliveira é uma pessoa poderosíssima, com muita influência nos destinos do futebol português. E se a partir de certa altura começou a ser frequência assídua nos corredores do estádio das Antas, nem sempre foi assim. Quando o poder estava no Sul, o Joaquim Oliveira batia palmas e bebia champagne no Procópio sempre que o FC Porto perdia. Não é verdade, senhor Pinto da Costa? Tanto assim era que num Covilhã-FC Porto, o Joaquim Oliveira foi obrigado a refugiar-se num café para se proteger da ira dos adeptos portistas. Como o mundo dá muitas voltas, o Joaquim Oliveira receberia mais tarde o Dragão de Ouro. No início, o Pinto da Costa considerava-o o inimigo número um do FC Porto. Depois, quando precisou de dinheiro, abriu a porta ao adversário, levou-o para dentro da própria casa.

(...) Há que reconhecer, porém, os atributos negociais do Joaquim Oliveira. Numa indústria na bancarrota, como é o futebol, onde todas as empresas e clubes estão falidos ou à beira da falência, e perante uma televisão pública que chegou a apresentar mais de 140 milhões de contos de prejuízo, a verdade é que o Joaquim Oliveira conseguiu construir uma fortuna incalculável. Até parece que quanto mais dificuldades financeiras tiverem os clubes, mais o Joaquim Oliveira aumenta o seu poder e a sua riqueza. Quem souber como e porquê, que explique. Eu limito-me, aqui, a prestar-lhe a minha mais humilde homenagem..."

Pode ler mais aqui.
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

sexta-feira, 26 de setembro de 2008